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As propostas de tarifas de importados da China para os Estados Unidos serão adiadas, segundo informações do governo de Donald Trump no início desta terça-feira (13). Em comunicado, o escritório representante do comércio do país disse estar avançando nos planos de aplicar uma tarifa de 10% sobre US$ 300 bilhões de produtos chineses, mas que algumas questões exigem o atraso.

Neste mês, Trump já havia revelado que as negociações com a China estavam estagnadas, com tarifas programas para o dia 1º de setembro. Além disso, na nova lista, alguns produtos com base na saúde, segurança nacional e outros fatores, ficariam de fora.

Com a nova decisão, ficam suspensas, então, para até o dia 15 de dezembro, tarifas para smartphones, notebooks, consoles, brinquedos, monitores de computador, entre determinados itens de roupas e calçados.


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Imagem: Reprodução

A prorrogação das tarifas traz um certo alívio para grandes fabricantes como a Apple, que chegou a pedir a isenção do aumento para o governo, sem sucesso. Com a aplicação, o preço final dos iPhones pode chegar a um aumento de 10%.

Curiosamente, apenas cinco minutos depois do anúncio do governo dos Estados Unidos sobre o atraso na aplicação das tarifas, as ações da Apple cresceram em mais de 5%. O aumento acaba sendo, na verdade, uma recuperação, visto que houve a queda desta mesma porcentagem na semana passada, quando a China desvalorizou a sua moeda como resposta decisão de aumento das taxas.

O governo norte-americano publicou uma lista com os bens que serão afetados pelos aumentos a partir do dia 1º de setembro a 15 de dezembro.

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