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O Ministério da Educação (MEC) publicou na última semana uma mudança na portaria Nº 1.432 de dezembro do ano passado em que coloca empreendedorismo e investigação científica como eixos para a base de formação do chamado Novo Ensino Médio. As duas áreas vão orientar os chamados itinerários formativos, ou seja, as atividades que os estudantes poderão escolher.

A proposta não é obrigar os alunos a estudarem os temas, mas permitir que possam escolher se aprofundar neles. Para isso, as escolas públicas e privadas vão ter de se adaptar ao novo modelo até 2021.

A proposta faz parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que propõe que o aluno tenha 5 horas diárias de aulas no Ensino Médio, o que comporia apenas 60% do total do currículo dele. O restante seria aprofundado em áreas de linguagens, matemática, ciências e outras, com disciplinas baseadas nos eixos de itinerários formativos.


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Pelo texto, cada um dos itinerários deverá abordar pelo menos um dos eixos estruturantes, podendo abarcar inclusive todos. Ou seja, um estudante que optar por fazer, ainda no ensino médio, um curso técnico em informática, poderá aprender questões ligadas a processos criativos dentro da própria área, como fazer uma investigação científica relacionada à informática e assuntos afins e como empreender com o que aprendeu.

"A intenção é que, a partir de 2021, as novas turmas do ensino médio entrem nas redes, sejam públicas ou particulares, em um novo ensino médio, mais antenado como a garotada, com esses jovens que hoje estão na escola. Isso é muito importante", disse a ex-secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Smole, que coordenou a elaboração dos referenciais em entrevista à Agência Brasil.

Com essa publicação, as instituições de ensino já podem começar a direcionar o currículo do ensino médio, cabendo a cada estado decidir o que será comum das escolas. Cada município deverá oferecer pelo menos dois itinerários formativos aos estudantes. No ensino médio regular, até 20% das aulas poderão ser a distância e podendo chegar até a 30% nos casos noturnos.

As escolas têm até o final deste ano para concluírem a elaboração de currículos

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