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Pesquisadores do Wyss Institude, da Universidade de Harvard, desenvolveram uma espécie de bermuda robótica cujo objetivo é fazer com que o usuário se sinta mais leve, além de reduzir o cansaço que envolve atividades físicas como a corrida. O produto é voltado principalmente para quem costuma fazer caminhadas muito longas, mas a expectativa dos pesquisadores é que a sua utilização acabe interessando até mesmo os militares.

Na prática, o equipamento funciona basicamente como um exoesqueleto portátil, com direito a vários cabos que circundam os músculos da coxa e dos quadris. Há ummotor preso na altura das costas, que se conecta s coxas do usuário por cabos. Ao todo, a bermuda pesa cerca de 5kg, mas os pesquisadores por trás da criação estão trabalhando para que elafique menor do que está atualmente e até 40% mais leve para ajudar ainda mais nas atividades.

O sistema reconhece a diferença de movimento que as pernas fazem quando o usuário quer correr e quando quer caminhar e agecom força aplicada na região dos músculos, fazendo comque o custo metabólico seja até 9,3% menor.Assim, quando a pessoa pisa no chão, os fios se esticam e atuam em conjunto com os músculos dos glúteos para ajudar a impulsionar as pernas.


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Ospesquisadores apontam que a bermuda funcionacom uma bateria que dura até 8 km. No entanto, quando o usuário caminha ao invés de correr, economiza até 9,3% da bateria. Por enquanto, a novidade trata-se apenas de um protótipo e ainda não há nenhuma previsão de quando essa versão mais leve que está sendo cogitada seja inserida no mercado (ou mesmo divulgada enquanto protótipo).

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